terça-feira, 24 de maio de 2016

BAIANOS SE PREPARAM PRA DANÇAR FORRÓ

Só o calor da fogueira e do licor para esquentar as noites frias de junho. Na praça, o forró pé de serra e o sertanejo alegram a multidão, enquanto crianças soltam fogos. Falta menos de um mês para o São João e, na Bahia, quem não gosta de forró, acaba não resistindo às comidas típicas ou à atmosfera da festa.

Entre festejos na praça e eventos particulares, na capital e no interior, não faltam opções para agradar todos os públicos. Em Salvador, além das festas gratuitas pela cidade, como no Pelourinho, alguns forrós particulares, as "festas de camisa", se destacam a cada ano.
No Pelourinho, os shows já começam no dia 17 de junho com Gilberto Gil, às 22h30, no Terreiro de Jesus. A programação da semana inclui também artistas como Alceu Valença, Zelito Miranda e Elba Ramalho.
Para quem não quer viajar, alguns eventos privados como o Arraiá do Galinho e Arraiá Salvador , realizado na Arena Fonte Nova, levam o clima junino para a cidade. No Galinho, vai ter Pablo, Calcinha Preta, Amado Batista e mais 13 atrações em três dias de festa. Já na Arena, Luan Santana e Simone & Simaria comandam a noite.
Na região metropolitana, o Forró da Perereca, em Candeias, e o Camaforró, em Camaçari  recebem muita gente da capital e de outras cidades próximas.
No interior, as festas públicas ainda estão sendo definidas.  Amargosa, que já confirmou sua programação e recebe um público grande todo ano, está com a rede hoteleira quase lotada.
 Ibicuí que tem a festa de camisa mais famosa na região sul do estado, já divulgou data e as atrações para mais uma edição do forró do Tico Mia.

Veja a programação de alguns dos mais conhecidos eventos juninos do estado:

Forró do Lago
(24 de junho) - Sex, 16h / Santo Antônio de Jesus / Aviões do Forró, Bell Marques, Wesley Safadão e Oito7nove4

São João de Amargosa
(22 a 26 de junho) - Centro de Amargosa (Praça da Bandeira) / Mastruz com Leite, Chambinho do Acordeon, Cavaleiros do Forró, Canários do Reino, Gigantes do Brasil, Daniel Vieira.

São João de Cruz das Almas
(22 a 26 de junho) - Cruz das Almas / Targino Gondim, Banda Forrozão, Alexandre Pio, Pedrinho, Amado Batista, Mano Walter, Acarajé com Camarão, Sinho Ferrary, Banda Poizé, Tayrone, Adelmário Coelho, Trio Nordestino, Tio Barnabé, Romeu e Renato, Marcos e Belutti, Laços do Forró, Rasga Tanga, Ú Tal do Xote, Gigantes do Brasil, Danniel Vieira, Sarapatel com Pimenta e Estakazero.

Forró do Ticomia
(25 de junho) - Sáb / Ibicuí (Fazenda El Dourado) / Mastruz com Leite, Gigantes do Brasil,  Lordão, Gabriel Diniz, Cavaleiros do Forró, Espetáculo Cabaré (com Leonardo e Eduardo Costa).

Para quem busca o melhor preço, as taxas variam desde R$ 15 a R$ 30 (pista no Arraiá do Galinho), R$ 70 (pista no Arraiá Salvador), passando pelas arenas open bar de R$ 130 (Forró Bode) e R$ 160 (Forró do Piu-Piu), até os grandes camarotes de R$ 450 (Forró do Piu Piu) que incluem bebidas e comidas típicas.
*Com informações do A tarde. 


REGIS, MEIA DO PALMEIRAS, DEVE DESEMBARCAR NO BAHIA ESTA SEMANA

Pouco aproveitado no Palmeiras, o meia Régis deve desembarcar em Salvador nesta semana para assinar com o Bahia. O Tricolor aguarda apenas a assinatura do contrato para oficializar a chegada do novo reforço. Em entrevista ao UOL Esporte, o próprio empresário do jogador, Paulo Pitombeira, confirmou que a negociação está "bem encaminhada".

O meia de 23 anos foi um dos destaques do Sport, que terminou o Campeonato Brasileiro na 6ª colocação, em 2015. Porém, depois de ser emprestado ao Verdão, ele atuou em apenas cinco partidas, como reserva.
Por não conseguir se firmar no time paulista, clubes como América-MG, Vasco, Criciúma e Chapecoense, além do Bahia, iniciaram a disputa para contratar o jogador.
Régis passou a ser interesse do Esquadrão no mesmo período em que o meia Renato Cajá chegou ao Fazendão, no mês passado. A diretoria ainda não se pronunciou sobre o assunto, mas a informação dos bastidores é que o zagueiro assinará contrato por duas temporadas.

 *Fonte: A Tarde 

DURANTE ANÚNCIO DE MEDIDAS ECONÔMICAS, TEMER GARANTE: “Eu sei o que fazer no governo”.

O presidente interino Michel Temer disse hoje (24) que se o seu governo cometer equívocos, eles serão revistos e que ele poderá voltar atrás nas medidas. “Não temos compromisso com equívoco. Portanto, quando houver algum equívoco governamental, nós reveremos este fato. Eu ouvi que o 'Temer está muito frágil, coitadinho, não sabe governar'. Conversa. Eu fui secretário da Segurança Pública duas vezes em São Paulo e tratava com bandidos. Então, eu sei o que fazer no governo e saberei como conduzir. Quando eu perceber que há um equívoco, se o fizer, consertá-lo-ei”, afirmou.  

A declaração foi feita, no Palácio do Planalto, onde, ao lado de líderes da base aliada no Congresso Nacional, o presidente em exercício anunciou as primeiras medidas econômicas do seu governo. O senador Romero Jucá (PMDB-RR), exonerado hoje no Diário Oficial da União do cargo de ministro do Planejamento, participou do anúncio. Dyogo Oliveira, secretário executivo, que está à frente da pasta com a saída de Jucá, também estava presente na reunião.  
A edição de ontem (23) do jornal Folha de S.Paulo divulgou trechos de gravações obtidas pelo jornal que mostram conversas entre Romero Jucá e o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado. Nas gravações, o ex-ministro sugere que seria preciso mudar o governo para “estancar” uma “sangria”. Segundo as informações do jornal, o ministro estaria se referindo à Operação Lava Jato, que investiga fraudes e irregularidades em contratos da Petrobras. Em entrevista, Jucá negou que a afirmação dizia respeito à Lava Jato e disse que estava se referindo ao cenário político-econômico.  
Temer afirmou que as investigações da Lava Jato não serão interrompidas. “Não posso invadir a competência de outro poder. Não vamos impedir a apuração com vistas à moralidade pública e administrativa. Ao contrário, vamos sempre incentivá-la. 
*Fonte: EBC 

segunda-feira, 23 de maio de 2016

FESTA CÍVICA DE PARELHEIROS TEM A PIOR PARTICIPAÇÃO POPULAR

Era pra ser diferente. Ou melhor, era esperado que ao menos em ano eleitoral e de busca pela reeleição. A administração regional do Distrito de Parelheiros fizesse um esforço para reparar o prejuízo social que a comunidade vem adquirindo ao longo dos últimos quatro anos.  Mas, não deu!
De novo e, acredita-se que agora em definitivo, já no clima de “bota fora” a administração local não demonstrou nenhum interesse em corrigir as falhas e resgatar a participação maciça dos moradores de Parelheiros e adjacências nas comemorações de aniversário do Distrito, que aconteceu nos dias 21 e 22 em paralelo com a realização do programa municipal de cultura, “Virada Cultural”.
FALTA DE INVESTIMENTO EM ATRATIVOS CULTURAIS
Pelo terceiro ano consecutivo a subprefeitura repetiu as mesmas atrações artísticas nas comemorações de aniversário do distrito. Se não bastasse a falta de dedicação da equipe gestora que gerencia os preparativos do evento, para valorizar outros artistas da música regional e inserir no elenco musical diferentes atrações para a população que prestigia a festa, (sem deixar de valorizar as culturas locais e os músicos regionais). Assistimos também a forma politiqueira de inserir de maneira barata os repetidos artistas que são aliados e atuam como cabos-eleitorais, quais corriqueiramente estão presentes e animando as atividades políticas lideradas em favor dos políticos mandantes da subprefeitura.
Nem mesmo no ano em que a comemoração de aniversário pegou carona na realização da Virada Cultural – que também ofertou por decisão da secretaria de cultura, atrações à parte para a população participar da 12ª edição do projeto, os cidadãos de Parelheiros tiveram na sua grade uma maior variedade de ritmos que não fossem os de sempre. 
Junto a essa falta de criatividade vê-se também a falta de incentivo público para com os diversos segmentos que agregam cultura local para serem inseridos na grade de programação que celebra o aniversário do distrito.  

CADÊ O POVO? O POVO NÃO PARTICIPOU!  
Para ter uma ideia das marcas negativas e imagem de uma cultura fracassada que a má gestão pode causar a uma comunidade, é necessário observar quantas atitudes sem pensar (ou por objetivo desconhecido) foram tomadas com a relação à festa tradicional.

Toda essa mudança, contribuiu para a lamentável falta de participação das centenas de famílias que fazem parte da história de desenvolvimento cultural de Parelheiros.  O que se viu na manhã desse domingo, 22 na avenida que abrigou o Desfile Cívico de Aniversário de 189 anos de Parelheiros, foi a real comprovação do descaso para com os valores multiculturais que há mais de cem anos aquela localidade celebra com rituais pomposos: Não teve Banda Marcial, não teve desfile das Corporações de Bombeiros, da Policia Militar, dos Desbravadores (Salvo a Companhia ambiental da GCM), não teve presença das dezenas de Escolas de Ensino Médio e Fundamental que colocam seus alunos e coreógrafos para abrilhantar o desfile que a comunidade sempre prestigia com muitos aplausos. 
 
Destacado louvor aqui para as Escolas Juca Ferreira  e a Escola Estadual de Ensino Médio do Marcilac que em meio à tanta precariedade, se fizeram presente, como um grupo de motociclistas aventureiros que de maneira festiva se apresentaram na avenida.


PRECARIEDADE  - Aliás, precário também foi a falta de coragem dos políticos da região que sequer compareceram ao palco para acompanhar o solitário subprefeito, que assistiu ao tímido desfile de 189 anos – com a menor participação da história.
Mais algo ainda mais grave chamou atenção das poucas pessoas que assistiram a passagem das 5 entidades que desfilaram: A falta do símbolo que dá nome ao distrito – os cavaleiros e amazonas que significativamente faz rememorar as “parelhas” que justifica o significado de ser chamado Parelheiros. 
Acreditem. O distrito que tem população e um número de entidades e organizações sociais maior que muitos municípios do interior, não reúne em torno da celebração de sua data magna, o mínimo de simbolismo de sua fundação, que seria ao menos a presença da comunidade da Colônia Alemã e os Cavaleiros.
  
PREJUÍZOS DA FESTA
É lamentável que uma população com mais de 180 mil habitantes, com grande representatividade cultural oriunda da presença da colônia Alemã, das religiões de matizes africanas e nordestinas, não tenha participação efetiva nas ações populares dessa festividade que recebe recursos dos cofres públicos e beneficia apenas pequenos grupos favorecidos por barganha política. Sem falar na falta de abertura de espaços para a realização de atividades voltadas ao cristianismo, onde a paróquia e as dezenas de congregações de diferentes denominações poderiam organizar importantes congressos e também atrair milhares de turistas à Parelheiros.  
Nos últimos anos, dezenas de pessoas influentes, de grande liderança popular e fazedores de cultura que promovem há décadas os diversos segmentos culturais que tem raízes na região reclamam da falta de incentivo para que aconteça inserções das categorias, das organizações sociais e dos diferentes movimentos livres de manifestação artística na grade oficial da festa, a começar pelo encolhimento de programação que nos anos de 2014 e 2015 passaram a acontecer em apenas um dia.
A verdade é que nos últimos 4 anos, a festa de aniversário de Parelheiros que desde muito tempo se realizava em dois dias e agregava incentivo de diversas entidades sociais, ficou a mercê de uma única ação política e além de ser reduzida a acontecer apenas em um dia (domingo) também perdeu o interesse e a colaboração de relevantes lideranças populares que muito contribuíram para o desenvolvimento da comunidade. Uma Pena!